O que ocorre hoje no Brasil é uma invasão de ONGs internacionais, boa parte delas financiadas por poderosos grupos financeiros. Com o PT no governo, estas ONGs ganharam força. Muito embora, o governo de Fernando Henrique Cardoso, pouco fez para impedir as interferências das mesmas em nosso país. Porém elas evoluíram e nunca o Brasil foi tão submisso a interesses externos como o que presenciamos frequentemente, principalmente na questão ambiental.
Uma das ONGs mais atuantes é a WWF, sediada no EUA, que tem fortes financiadores e apoiadores. É contra a revisão do código florestal, como também vários projetos de infraestrutura que beneficiarão o desenvolvimento do Brasil. Mas qual o motivo de tal organização se colocar contra o progresso de nosso país? Quais interesses obscuros estão escondidos em sua suposta defesa do meio-ambiente?
Em depoimento na CPI das ONGs no Senado em 22 de maio de 2001, o jornalista Lorenzo Carrasco correspondente da EIR no Brasil, relatou de forma clara os verdadeiros objetivos do movimento ambientalista no Brasil. A seguir alguns trechos de seu depoimento:
“As organizações não governamentais surgiram da fundação Commonwealth, no momento em que o império britânico passava a se reestruturar dentro da nova estrutura da comunidade das nações – Commonwealth – britânicas. Aí nasceu o conceito: uma ação como uma maneira de substituir o princípio de soberania nacional explicitamente.” O que observamos hoje em nosso país é justamente isso, ONGs interferindo na soberania do Brasil com alegações de proteger o meio-ambiente, porém, seus objetivos são atender aos interesses de grandes grupos internacionais.
“Investigações feitas pela EIR revelaram um esquema extremamente sofisticado, ligado diretamente aos mais altos círculos decisórios do Establishment oligárquico internacional, em torno da liderança das famílias reais do Reino Unido e da Holanda, os quais exerciam controle direto, tanto político como financeiro, sobre a vasta rede de ONGs integrantes do movimento ambientalista-indigenista. Desaforadamente, as negociações em torno da Rio 92, fizeram com que o governo da época cedesse as exigências externa do aparato ambientalista-indigenista fazendo concessões como a delimitação da gigantesca e despropositada reserva indígena Yanomani, na fronteira Brasil-Venezuela, evento que simbolizou a influência daquele aparato na definição das políticas públicas no Brasil.”
Lorenzo Carrasco é editor do livro “Máfia Verde: o ambientalismo à serviço do Governo Mundial”, mas a responsabilidade intelectual da obra é atribuída ao empresário norte-americano Lyndon LaRouche, proprietário da revista. O livro denuncia o que há de fato por traz dos movimentos ambientalista-indigenista. Motivo esse que despertou a ira do WWF, movendo ações judiciais para que o livro não fosse vendido. “Máfia Verde” coloca com riqueza de dados a influência do WWF em diversos segmentos, entre eles a Rede Globo de televisão que vem promovendo campanhas constantemente pró-ambientalismo, sendo José Roberto Marinho ex-presidente do WWF no Brasil.
O que vemos é um movimento ambientalista-indigenista, promovendo ideologias as quais buscam atender exclusivamente interesses de determinadas oligarquias internacionais. Graças a seu potencial principalmente no agronegócio, o Brasil passou a ser foco destas ONGs, impondo ao país regras a serem seguidas que afetarão profundamente o desenvolvimento econômico e social brasileiro. Por outro lado, o governo brasileiro está demonstrando certa cumplicidade com as mesmas, permitindo que a soberania do Brasil seja tripudiada e interesses externos venham prevalecer em dano do povo brasileiro.
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
terça-feira, 3 de maio de 2011
O agronegócio nas garras das ONGS ambientais
Mal sabíamos nós produtores rurais Brasileiros o que o Banco do Brasil queria dizer com a mensagem que estampa a pagina inicial da AGENDA/CALENDÁRIO 2011, distribuídas aos seus “clientes”. Alguma destas agendas chegou às mãos de produtores rurais espalhados por todo País.
Mal sabíamos que por trás da mensagem estava nada mais nada menos que uma das Organizações Não Governamentais. ONG que mais tem trabalhado para travar o desenvolvimento do agronegócio Brasileiro.
Mal nós sabíamos que a velha instituição companheira e amiga do homem do campo, estava se aliando ao GREENPEACE, uma das ONG internacional que em nenhum momento contribuiu com o País muito menos investiu em preservação e recuperação do meio ambiente em todo o período que aqui esta instalada.
Hoje o homem do campo, ao chegar a uma das centenas de agencias do Banco do Brasil, espalhadas por todo interior do País, o mesmo produtor rural que após muitos anos abrindo fronteira e produzindo riquezas deixou de ser especial.
Para o Banco do Brasil especial agora são as palavras ideológicas que a ONG introduziu no vocabulário do agente financeiro. Ao menos em seu marketing o Banco sempre frisavam ser “AMIGO DO AGRICULTOR BRASILEIRO e estar SEMPRE AO LADO DO AGRICULTOR BRASILEIRO”....Se tínhamos uma instituição que se dizia ser amiga do agricultor, já não podemos mais contar com a amizade.
Leia a mensagem do Banco do Brasil descrito em sua agenda/calendário 2011, comento depois:
“Para o Banco do Brasil, pensar no futuro é agir no presente. É incentivar o desenvolvimento do País, colocando sempre a sustentabilidade em primeiro lugar. É produzir uma agenda com papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza. É eleger a água como causa e trabalhar diariamente para que ninguém economize atitudes conscientes. Em 2011, o Banco do Brasil ampliará e reforçara ainda mais suas ações a favor do meio ambiente. E fará isso pensando em você, para que o beneficio dessas iniciativas seja todo seu, hoje e nos próximos anos”.
Volto agora e comento : O Banco do Brasil ampliou e reforçou ainda mais suas ações, armando o circo e colocando o produtor rural Brasileiro no centro do picadeiro cercado de “LEOES QUE DEFENDEM AS FLORESTAS”.
Se não bastassem os altos custos financeiros do crédito rural, o produtor rural tem que enfrentar agora o “papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza”. O mesmo Banco do Brasil que num passado não muito distante deu crédito para que os produtores rurais emigrassem para o interior do país para abrir fronteiras agrícolas com financiamento do próprio Banco. Tempos difíceis aqueles, época em que o Brasil importava alimentos e enfrentava inflação galopante.
O mesmo Banco que deu crédito para abrir as fronteiras agrícolas, se junta a uma ONG internacional e conculminado vem obrigar o produtor rural a assinar declaração para cumprimento de uma Lei Ambiental arcaica que nem mesmo o Banco do Brasil agente financeiro do Governo Federal respeitou quando conclamou os produtores para produzir o alimento que faltava na mesa da população Brasileira.
Produtores rurais que se aventuraram sertão adentro, viabilizaram ao BANCO DO BRASIL abrir NOVAS AGÊNCIAS, agências que em sua maioria no interior do País tem como sustentabilidade economia os recursos gerados pelo AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, um negócio que em sua base conta com os mais humildes produtores rurais.
Nestas horas o Banco do Brasil deixa seus velhos companheiros para se aliar ao GREEMPEACE, mas só gostaríamos de saber:
- Qual é o beneficio que o GREEMPEACE gerou para o Banco do Brasil ao longo desses anos?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE gerou para o Brasil desde que foi criada?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE investiu na preservação e recuperação do meio ambiente Brasileiro?
- Ultima pergunta... Quanto vai custar para o Banco do Brasil e para os Brasileiros os benefícios para a ONG produzir um papel certificado?
Saibam que o produtor rural vem investindo em preservação ambiental a mais de trinta anos, e a alteração do código florestal se faz necessário para viabilizar economicamente e socialmente milhões de propriedades Brasileiras, agora para as Organizações Não Governamentais adequar a Lei à realidade Brasileira não é interessante e se justificam dizendo que basta um PROTOCOLO DE INTENÇÕES e ou um AJUSTE DE CONDUTA para o produtor rural deixar a ilegalidade, o que não é verdade porque protocolo de intenções e ajuste de conduta só vai servir para justificar a “DECLARAÇÃO de estar ciente da necessidade da reserva legal” que o BANCO DO BRASIL conculminado com o GREEMPEACE vem exigindo do produtor rural.
Protocolo de intenção e ajuste de conduta só protela os problemas ambientais e a recuperação ambiental que pode estar sendo implantada adequadamente com técnicas especificas para cada propriedade rural, mas este não é objetivo das ONGs porque vai comprometer a sobrevivência deles que vivem das tragédias, espalhando o pânico e arrecadando fundos financeiros dos que se sentem abalados com os acontecimentos climáticos que nunca tiveram nada haver com produção agropecuária.
Ao centro do picadeiro os “ambientalistas” tentam devorar quem mais entende de meio ambiente, juntos agora Banco do Brasil e GREEMPEACE armaram o CIRCO e nos fazem de palhaço, primeiro nos incentivaram a abrir as propriedades, agora nos prensam e tentam fechar as porteiras para impedir a produção agropecuária Brasileira.
Fonte: Valdir Edemar Fries
Mal sabíamos que por trás da mensagem estava nada mais nada menos que uma das Organizações Não Governamentais. ONG que mais tem trabalhado para travar o desenvolvimento do agronegócio Brasileiro.
Mal nós sabíamos que a velha instituição companheira e amiga do homem do campo, estava se aliando ao GREENPEACE, uma das ONG internacional que em nenhum momento contribuiu com o País muito menos investiu em preservação e recuperação do meio ambiente em todo o período que aqui esta instalada.
Hoje o homem do campo, ao chegar a uma das centenas de agencias do Banco do Brasil, espalhadas por todo interior do País, o mesmo produtor rural que após muitos anos abrindo fronteira e produzindo riquezas deixou de ser especial.
Para o Banco do Brasil especial agora são as palavras ideológicas que a ONG introduziu no vocabulário do agente financeiro. Ao menos em seu marketing o Banco sempre frisavam ser “AMIGO DO AGRICULTOR BRASILEIRO e estar SEMPRE AO LADO DO AGRICULTOR BRASILEIRO”....Se tínhamos uma instituição que se dizia ser amiga do agricultor, já não podemos mais contar com a amizade.
Leia a mensagem do Banco do Brasil descrito em sua agenda/calendário 2011, comento depois:
“Para o Banco do Brasil, pensar no futuro é agir no presente. É incentivar o desenvolvimento do País, colocando sempre a sustentabilidade em primeiro lugar. É produzir uma agenda com papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza. É eleger a água como causa e trabalhar diariamente para que ninguém economize atitudes conscientes. Em 2011, o Banco do Brasil ampliará e reforçara ainda mais suas ações a favor do meio ambiente. E fará isso pensando em você, para que o beneficio dessas iniciativas seja todo seu, hoje e nos próximos anos”.
Volto agora e comento : O Banco do Brasil ampliou e reforçou ainda mais suas ações, armando o circo e colocando o produtor rural Brasileiro no centro do picadeiro cercado de “LEOES QUE DEFENDEM AS FLORESTAS”.
Se não bastassem os altos custos financeiros do crédito rural, o produtor rural tem que enfrentar agora o “papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza”. O mesmo Banco do Brasil que num passado não muito distante deu crédito para que os produtores rurais emigrassem para o interior do país para abrir fronteiras agrícolas com financiamento do próprio Banco. Tempos difíceis aqueles, época em que o Brasil importava alimentos e enfrentava inflação galopante.
O mesmo Banco que deu crédito para abrir as fronteiras agrícolas, se junta a uma ONG internacional e conculminado vem obrigar o produtor rural a assinar declaração para cumprimento de uma Lei Ambiental arcaica que nem mesmo o Banco do Brasil agente financeiro do Governo Federal respeitou quando conclamou os produtores para produzir o alimento que faltava na mesa da população Brasileira.
Produtores rurais que se aventuraram sertão adentro, viabilizaram ao BANCO DO BRASIL abrir NOVAS AGÊNCIAS, agências que em sua maioria no interior do País tem como sustentabilidade economia os recursos gerados pelo AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, um negócio que em sua base conta com os mais humildes produtores rurais.
Nestas horas o Banco do Brasil deixa seus velhos companheiros para se aliar ao GREEMPEACE, mas só gostaríamos de saber:
- Qual é o beneficio que o GREEMPEACE gerou para o Banco do Brasil ao longo desses anos?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE gerou para o Brasil desde que foi criada?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE investiu na preservação e recuperação do meio ambiente Brasileiro?
- Ultima pergunta... Quanto vai custar para o Banco do Brasil e para os Brasileiros os benefícios para a ONG produzir um papel certificado?
Saibam que o produtor rural vem investindo em preservação ambiental a mais de trinta anos, e a alteração do código florestal se faz necessário para viabilizar economicamente e socialmente milhões de propriedades Brasileiras, agora para as Organizações Não Governamentais adequar a Lei à realidade Brasileira não é interessante e se justificam dizendo que basta um PROTOCOLO DE INTENÇÕES e ou um AJUSTE DE CONDUTA para o produtor rural deixar a ilegalidade, o que não é verdade porque protocolo de intenções e ajuste de conduta só vai servir para justificar a “DECLARAÇÃO de estar ciente da necessidade da reserva legal” que o BANCO DO BRASIL conculminado com o GREEMPEACE vem exigindo do produtor rural.
Protocolo de intenção e ajuste de conduta só protela os problemas ambientais e a recuperação ambiental que pode estar sendo implantada adequadamente com técnicas especificas para cada propriedade rural, mas este não é objetivo das ONGs porque vai comprometer a sobrevivência deles que vivem das tragédias, espalhando o pânico e arrecadando fundos financeiros dos que se sentem abalados com os acontecimentos climáticos que nunca tiveram nada haver com produção agropecuária.
Ao centro do picadeiro os “ambientalistas” tentam devorar quem mais entende de meio ambiente, juntos agora Banco do Brasil e GREEMPEACE armaram o CIRCO e nos fazem de palhaço, primeiro nos incentivaram a abrir as propriedades, agora nos prensam e tentam fechar as porteiras para impedir a produção agropecuária Brasileira.
Fonte: Valdir Edemar Fries
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