A cultura indígena, que o Estado e os antropólogos usam convenientemente para criar entraves para a pregação do Evangelho, se desmorona diante da imposição da ideologia do controle da natalidade e vacinas.
No final do século XIX, a moda em alguns lugares da Europa era ter, nos zoológicos, um espaço para a amostragem de uma exótica espécie: os índios.
Com o progresso da antropologia, os espaços indígenas dos zoológicos foram abolidos, para dar lugar aos zoológicos humanos em seu próprio habitat. Esqueça a antropologia guiada pelos princípios racistas e eugênicos do nazismo. A antropologia moderna avançou muito mais, distanciando-se de alguns elementos do extremismo estatal nazista (que significa nacional socialista), mas abraçando o extremismo estatal socialista, tão anticristão quanto o nazista.
O que muitos chamam hoje de cultura indígena é nada mais do que cultura estatista, ou cultura tutelada pelo Estado, onde os índios, por determinação dos governantes e dos caprichos de suas leis, enfrentam grandes dificuldades para ter acesso ao Evangelho de Jesus Cristo, mas têm enorme facilidade de acesso aos métodos de controle da natalidade e vacinações, imponentes símbolos modernos da intrusão estatal na vida das pessoas.
A cultura indígena, que o Estado e os antropólogos usam convenientemente para criar entraves para a pregação do Evangelho, se desmorona diante da imposição da ideologia do controle da natalidade e vacinas. Através de uma engenhosa intervenção estatal, as empresas farmacêuticas e sua ideologia de ganancia têm uma liberdade de penetração em tribos indígenas que nenhum missionário cristão ousaria sonhar.
A lógica ilógica do Estado e antropólogos que usam a cultura indígena como cortina de ferro burocrática para proteger os índios da "cultura" do Evangelho é: não se pode contaminar os costumes indígenas, mesmo suas práticas de feitiçaria e paganismo recheadas de assassinatos de bebês e crianças.
Contudo, a invasão farmacêutica nas tribos não é considerada contaminação. O Cristianismo é visto como prejudicial, enquanto a vacina da gripe suína é considerada questão crucial de saúde. Onde fica agora todo aquele falatório de que os medicamentos da natureza são suficientes para os índios? Mesmo que isso fosse verdade, é preciso reconhecer que injeções anticoncepcionais não curam doenças. Impedem um órgão saudável de funcionar normalmente. Isso é atentado contra a natureza, especialmente considerando que em grande parte as vacinas contraceptivas provocam microaborto.
A indústria farmacêutica, com proteção e favorecimento estatal, tem caminho livre para invadir tribos com seus produtos que provocam microaborto, que provocam morte.
Os "missionários" estatais - os médicos e agentes de saúde encarregados de levar as santas vacinas farmacêuticas e os sagrados métodos farmacêuticos de controle da natalidade - têm liberdade de entrar nas tribos para "cuidar" dos índios.
Entretanto, os missionários cristãos não têm a mesma liberdade quando querem levar aos índios o maior produto do Reino de Deus: o Evangelho, que salva vidas. Salva literalmente. Tribos indígenas sacrificam, a mando dos feiticeiros, crianças deficientes ou consideradas objetos de azar. O governo não intervém, e obstrui toda tentativa de intervenção, com o pretexto de preservar a "cultura indígena", combatendo por todos os meios as pessoas - que em grande parte são cristãs preocupadas e amantes da vida - que tentam denunciar a eugenia indígena apoiada pelo Estado e seu exército de antropólogos.
Um vídeo divulgado por mim, "Crianças indígenas enterradas vivas", foi sem nenhuma explicação removido do YouTube depois de alcançar 180.295 visualizações! Eu já vinha recebendo mensagens de fãs da antropologia politicamente correta, insatisfeitos com minha divulgação do filme "Hakani" e se queixando de que a "cultura" indígena (assassinato de crianças indígenas) não deveria ser violada.
Para o governo e seu exército de antropólogos, a "cultura indígena" é mais importante do que um vídeo denunciando inocentes crianças indígenas assassinadas, mas não é mais importante do que as drogas farmacêuticas que o governo introduz nas tribos. Não é também mais importante do que a malfadada vacina contra a gripe suína. As empresas farmacêuticas, não tendo conseguido convencer a população dos Estados Unidos, Inglaterra e outros países desenvolvidos a engolir a epidemia fantasma de gripe suína, conseguem convencer o governo brasileiro a impor a vacinação não só na população brasileira, mas também nas tribos, que não podem ser "violadas" pelo Evangelho.
As tribos, tratadas como zoológicos humanos por antropólogos atrelados ao Estado, se parecem cada vez mais com laboratórios humanos, onde o Estado administra a vida dos índios expondo-os a perigosas drogas farmacêuticas como se eles fossem meros animais.
A antropologia moderna, ao permitir o assassinato de crianças indígenas e a introdução de tecnologia de perigosas vacinas e drogas farmacêuticas nas tribos, não age muito diferente da antropologia nazista ou soviética, que abominava princípios éticos ou
cristãos.
A antropologia nazista desculpava os assassinatos de judeus e outros pelos nazistas. A antropologia soviética justificava o assassinato de qualquer um pelo bem do Estado soviético. E a moderna antropologia politicamente correta a serviço do Estado justifica antigas tradições indígenas do Brasil de sacrificar a vida de seus bebês e crianças. Agora responda: qual dessas três eugenias protegidas pelo Estado e pela antropologia é pior?
Enquanto o governo brasileiro cobra impostos de nós para estuprar a nós e as tribos com produtos farmacêuticos desnecessários e suspeitos, missionários cristãos, sem cobrar nada, procuram ajudar. Arriscando o próprio pescoço, eles estão salvando algumas crianças condenadas à morte pela "cultura" indígena. E, contrariando as ordens dos feiticeiros das tribos, alguns índios também salvam suas crianças e deixam a tribo, apesar das imensas dificuldades impostas pelo governo.
O Evangelho não salva apenas vidas físicas de crianças indefesas. O Evangelho tem o poder de salvar as almas eternas dos índios. Essa é uma prerrogativa que o Estado não tem. Essa é uma preocupação que os antropólogos - e os nazistas e os comunistas soviéticos - não têm.
Não há nenhuma comprovação de que os índios precisam da imposição de vacinas e drogas da cultura farmacêutica favorecida pelo Estado.
Entretanto, do ponto de vista cristão, se a salvação de Jesus Cristo deve ser anunciada para resgatar almas eternas do inferno eterno, por que deixar os índios de fora?
Como seres humanos com alma eterna, eles precisam do Evangelho tanto quanto nós.
Se o governo consegue fazer tantas concessões para a intrusão dos interesses das indústrias farmacêuticas nas tribos, por que não deixar o Evangelho
MÍDIA SEM MÁSCARA
JULIO SEVERO | 05 MAIO 2011
domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
O agronegócio nas garras das ONGS ambientais
Mal sabíamos nós produtores rurais Brasileiros o que o Banco do Brasil queria dizer com a mensagem que estampa a pagina inicial da AGENDA/CALENDÁRIO 2011, distribuídas aos seus “clientes”. Alguma destas agendas chegou às mãos de produtores rurais espalhados por todo País.
Mal sabíamos que por trás da mensagem estava nada mais nada menos que uma das Organizações Não Governamentais. ONG que mais tem trabalhado para travar o desenvolvimento do agronegócio Brasileiro.
Mal nós sabíamos que a velha instituição companheira e amiga do homem do campo, estava se aliando ao GREENPEACE, uma das ONG internacional que em nenhum momento contribuiu com o País muito menos investiu em preservação e recuperação do meio ambiente em todo o período que aqui esta instalada.
Hoje o homem do campo, ao chegar a uma das centenas de agencias do Banco do Brasil, espalhadas por todo interior do País, o mesmo produtor rural que após muitos anos abrindo fronteira e produzindo riquezas deixou de ser especial.
Para o Banco do Brasil especial agora são as palavras ideológicas que a ONG introduziu no vocabulário do agente financeiro. Ao menos em seu marketing o Banco sempre frisavam ser “AMIGO DO AGRICULTOR BRASILEIRO e estar SEMPRE AO LADO DO AGRICULTOR BRASILEIRO”....Se tínhamos uma instituição que se dizia ser amiga do agricultor, já não podemos mais contar com a amizade.
Leia a mensagem do Banco do Brasil descrito em sua agenda/calendário 2011, comento depois:
“Para o Banco do Brasil, pensar no futuro é agir no presente. É incentivar o desenvolvimento do País, colocando sempre a sustentabilidade em primeiro lugar. É produzir uma agenda com papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza. É eleger a água como causa e trabalhar diariamente para que ninguém economize atitudes conscientes. Em 2011, o Banco do Brasil ampliará e reforçara ainda mais suas ações a favor do meio ambiente. E fará isso pensando em você, para que o beneficio dessas iniciativas seja todo seu, hoje e nos próximos anos”.
Volto agora e comento : O Banco do Brasil ampliou e reforçou ainda mais suas ações, armando o circo e colocando o produtor rural Brasileiro no centro do picadeiro cercado de “LEOES QUE DEFENDEM AS FLORESTAS”.
Se não bastassem os altos custos financeiros do crédito rural, o produtor rural tem que enfrentar agora o “papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza”. O mesmo Banco do Brasil que num passado não muito distante deu crédito para que os produtores rurais emigrassem para o interior do país para abrir fronteiras agrícolas com financiamento do próprio Banco. Tempos difíceis aqueles, época em que o Brasil importava alimentos e enfrentava inflação galopante.
O mesmo Banco que deu crédito para abrir as fronteiras agrícolas, se junta a uma ONG internacional e conculminado vem obrigar o produtor rural a assinar declaração para cumprimento de uma Lei Ambiental arcaica que nem mesmo o Banco do Brasil agente financeiro do Governo Federal respeitou quando conclamou os produtores para produzir o alimento que faltava na mesa da população Brasileira.
Produtores rurais que se aventuraram sertão adentro, viabilizaram ao BANCO DO BRASIL abrir NOVAS AGÊNCIAS, agências que em sua maioria no interior do País tem como sustentabilidade economia os recursos gerados pelo AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, um negócio que em sua base conta com os mais humildes produtores rurais.
Nestas horas o Banco do Brasil deixa seus velhos companheiros para se aliar ao GREEMPEACE, mas só gostaríamos de saber:
- Qual é o beneficio que o GREEMPEACE gerou para o Banco do Brasil ao longo desses anos?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE gerou para o Brasil desde que foi criada?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE investiu na preservação e recuperação do meio ambiente Brasileiro?
- Ultima pergunta... Quanto vai custar para o Banco do Brasil e para os Brasileiros os benefícios para a ONG produzir um papel certificado?
Saibam que o produtor rural vem investindo em preservação ambiental a mais de trinta anos, e a alteração do código florestal se faz necessário para viabilizar economicamente e socialmente milhões de propriedades Brasileiras, agora para as Organizações Não Governamentais adequar a Lei à realidade Brasileira não é interessante e se justificam dizendo que basta um PROTOCOLO DE INTENÇÕES e ou um AJUSTE DE CONDUTA para o produtor rural deixar a ilegalidade, o que não é verdade porque protocolo de intenções e ajuste de conduta só vai servir para justificar a “DECLARAÇÃO de estar ciente da necessidade da reserva legal” que o BANCO DO BRASIL conculminado com o GREEMPEACE vem exigindo do produtor rural.
Protocolo de intenção e ajuste de conduta só protela os problemas ambientais e a recuperação ambiental que pode estar sendo implantada adequadamente com técnicas especificas para cada propriedade rural, mas este não é objetivo das ONGs porque vai comprometer a sobrevivência deles que vivem das tragédias, espalhando o pânico e arrecadando fundos financeiros dos que se sentem abalados com os acontecimentos climáticos que nunca tiveram nada haver com produção agropecuária.
Ao centro do picadeiro os “ambientalistas” tentam devorar quem mais entende de meio ambiente, juntos agora Banco do Brasil e GREEMPEACE armaram o CIRCO e nos fazem de palhaço, primeiro nos incentivaram a abrir as propriedades, agora nos prensam e tentam fechar as porteiras para impedir a produção agropecuária Brasileira.
Fonte: Valdir Edemar Fries
Mal sabíamos que por trás da mensagem estava nada mais nada menos que uma das Organizações Não Governamentais. ONG que mais tem trabalhado para travar o desenvolvimento do agronegócio Brasileiro.
Mal nós sabíamos que a velha instituição companheira e amiga do homem do campo, estava se aliando ao GREENPEACE, uma das ONG internacional que em nenhum momento contribuiu com o País muito menos investiu em preservação e recuperação do meio ambiente em todo o período que aqui esta instalada.
Hoje o homem do campo, ao chegar a uma das centenas de agencias do Banco do Brasil, espalhadas por todo interior do País, o mesmo produtor rural que após muitos anos abrindo fronteira e produzindo riquezas deixou de ser especial.
Para o Banco do Brasil especial agora são as palavras ideológicas que a ONG introduziu no vocabulário do agente financeiro. Ao menos em seu marketing o Banco sempre frisavam ser “AMIGO DO AGRICULTOR BRASILEIRO e estar SEMPRE AO LADO DO AGRICULTOR BRASILEIRO”....Se tínhamos uma instituição que se dizia ser amiga do agricultor, já não podemos mais contar com a amizade.
Leia a mensagem do Banco do Brasil descrito em sua agenda/calendário 2011, comento depois:
“Para o Banco do Brasil, pensar no futuro é agir no presente. É incentivar o desenvolvimento do País, colocando sempre a sustentabilidade em primeiro lugar. É produzir uma agenda com papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza. É eleger a água como causa e trabalhar diariamente para que ninguém economize atitudes conscientes. Em 2011, o Banco do Brasil ampliará e reforçara ainda mais suas ações a favor do meio ambiente. E fará isso pensando em você, para que o beneficio dessas iniciativas seja todo seu, hoje e nos próximos anos”.
Volto agora e comento : O Banco do Brasil ampliou e reforçou ainda mais suas ações, armando o circo e colocando o produtor rural Brasileiro no centro do picadeiro cercado de “LEOES QUE DEFENDEM AS FLORESTAS”.
Se não bastassem os altos custos financeiros do crédito rural, o produtor rural tem que enfrentar agora o “papel certificado para que todos os dias as pessoas se lembrem da importância da preservação da natureza”. O mesmo Banco do Brasil que num passado não muito distante deu crédito para que os produtores rurais emigrassem para o interior do país para abrir fronteiras agrícolas com financiamento do próprio Banco. Tempos difíceis aqueles, época em que o Brasil importava alimentos e enfrentava inflação galopante.
O mesmo Banco que deu crédito para abrir as fronteiras agrícolas, se junta a uma ONG internacional e conculminado vem obrigar o produtor rural a assinar declaração para cumprimento de uma Lei Ambiental arcaica que nem mesmo o Banco do Brasil agente financeiro do Governo Federal respeitou quando conclamou os produtores para produzir o alimento que faltava na mesa da população Brasileira.
Produtores rurais que se aventuraram sertão adentro, viabilizaram ao BANCO DO BRASIL abrir NOVAS AGÊNCIAS, agências que em sua maioria no interior do País tem como sustentabilidade economia os recursos gerados pelo AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, um negócio que em sua base conta com os mais humildes produtores rurais.
Nestas horas o Banco do Brasil deixa seus velhos companheiros para se aliar ao GREEMPEACE, mas só gostaríamos de saber:
- Qual é o beneficio que o GREEMPEACE gerou para o Banco do Brasil ao longo desses anos?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE gerou para o Brasil desde que foi criada?
- Quais foram os benefícios que o GREEMPEACE investiu na preservação e recuperação do meio ambiente Brasileiro?
- Ultima pergunta... Quanto vai custar para o Banco do Brasil e para os Brasileiros os benefícios para a ONG produzir um papel certificado?
Saibam que o produtor rural vem investindo em preservação ambiental a mais de trinta anos, e a alteração do código florestal se faz necessário para viabilizar economicamente e socialmente milhões de propriedades Brasileiras, agora para as Organizações Não Governamentais adequar a Lei à realidade Brasileira não é interessante e se justificam dizendo que basta um PROTOCOLO DE INTENÇÕES e ou um AJUSTE DE CONDUTA para o produtor rural deixar a ilegalidade, o que não é verdade porque protocolo de intenções e ajuste de conduta só vai servir para justificar a “DECLARAÇÃO de estar ciente da necessidade da reserva legal” que o BANCO DO BRASIL conculminado com o GREEMPEACE vem exigindo do produtor rural.
Protocolo de intenção e ajuste de conduta só protela os problemas ambientais e a recuperação ambiental que pode estar sendo implantada adequadamente com técnicas especificas para cada propriedade rural, mas este não é objetivo das ONGs porque vai comprometer a sobrevivência deles que vivem das tragédias, espalhando o pânico e arrecadando fundos financeiros dos que se sentem abalados com os acontecimentos climáticos que nunca tiveram nada haver com produção agropecuária.
Ao centro do picadeiro os “ambientalistas” tentam devorar quem mais entende de meio ambiente, juntos agora Banco do Brasil e GREEMPEACE armaram o CIRCO e nos fazem de palhaço, primeiro nos incentivaram a abrir as propriedades, agora nos prensam e tentam fechar as porteiras para impedir a produção agropecuária Brasileira.
Fonte: Valdir Edemar Fries
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O Esquerdista, Quem é Ele ?
“A ambição diabólica do esquerdista é querer mandar no mundo”
O esquerdista é um doente mental que precisa de ajuda e não sabe. Um sujeito miserável que necessita da piedade humana. Mas cuidado com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto, infame, torpe, vil, mísero, malvado, perverso e cruel, todos sinônimos é verdade, mas insuficientes para definir seu verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.
É um sociopata camuflado, um psicótico social que imagina ser Deus e centro do mundo. Na sua imaginação acha que é capaz de solucionar todos os problemas da humanidade e do mundo manifestado, mas que na verdade quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros para iludir-se de ser altruísta.
É um invejoso. A inveja é a sua marca registrada. Sente ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso, notadamente aquelas realizadas financeira e economicamente. O sucesso alheio corrói suas entranhas. É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.
É um fracassado em todos os sentidos. Para justificar o seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua incompetência pessoal, profissional e humana. No seu conceito, a culpa é sempre dos outros, nunca atribuída a ele mesmo. É um sujeito que funciona como uma refinaria projetada para transformar insatisfações pessoais e sociais em energia pura para promover a revolução proletária.
É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das escolas socráticas, mas no sentido de descaramento. Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico e oportunista. Para justificar seu fracasso e sua incompetência pessoal, se coloca na condição de defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade, quando na verdade busca atender aos seus interesses pessoais, inconfessos. Para isso, se coloca na postura de bom samaritano e entra na vida das pessoas simples e desprovidas da própria sorte, com seu discurso mefistofélico.
É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar d’Ele para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social, solucionar todos os problemas do mundo e da humanidade, dentre outros que-jandos. É um indivíduo que tem a consciência moral deformada e deseja, acima de tudo, destruir todos os valores cristãos e construir um mundo novo, segundo suas concepções paranóicas.
É um narcisista. A sua única paixão é por si mesmo, embora use da artimanha para parecer um sujeito preocupado com os outros, no fundo não passa de um egoísta movido pelo instinto de autocon-servação.
É um niilista. Um sujeito que renega os valores metafísicos divinos e procura demolir todos os valores já estabelecidos e consagrados pela humanidade para substituí-los por novos, originários de sua própria demência. Assim, ele redireciona a sua força vital para a destruição da moral, dos valores cristãos, das leis etc. Sua vida interior é desprovida de qualquer sentido, ele reina no absurdo. É o “profeta da utopia” e o “filósofo do nada”.
É um genocida cultural. Na sua vasta ignorância da realidade do mundo manifestado, o esquerdista acha que o mundo é a expressão das idéias nascidas de sua mente deformada e assim se organiza em grupos para destruir a cultura de uma sociedade, construída a custa de muitos sacrifícios e longos anos de experiência da humanidade.
Agora que você conhece algumas características do esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com um deles, porque a única coisa que ele consegue falar é chamá-lo de reacionário, nazista, capitalista e burguês. Ele repete isso o tempo todo e para todos que o contradizem, pois a única coisa que sua mente deformada consegue assimilar, são essas palavras. Com muito custo ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo e assim expressar a sua soberba.
Os conceitos atribuídos ao esquerdista se aplicam em gênero, número e grau aos socialistas, marxistas, leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas, maoístas, gramscistas, fidelistas, chevaristas, chavistas e especialmente aos membros da família dos moluscos cefalópodes.
Para finalizar, porém longe de esgotar o assunto, o esquerdista é aquele sujeito cuja figura externa é enormemente maior que a própria realidade. Sintetiza o cavaleiro solitário no deserto do absurdo, cuja ambição diabólica é querer mandar no mundo. (Curitiba/PR) 15/10
Anatoli Oliynik: Retirado do Site Grupo Incofidência
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